Prefiro treinar sem personal! – Uma escolha que pode custar caro.

Você já foi a algum restaurante e não havia Chef? Já foi ao hospital e não quis ver o médico? Essas são as minhas respostas quando alguém me diz que prefere treinar sem personal. O educador físico não é um “fazedor de série”, como muitos insistem em pensar. Nem tão pouco é uma companhia para o treino. Ele está ali para adequar e modular o treino para o objetivo e o momento em que o aluno está treinando.

Por exemplo: se um paciente meu quer perder peso e eu desejo que ele realize treinos de exaustão, com ativação da via do cortisol/GH, porém sem que haja um acúmulo excessivo de ácido lático, será praticamente impossível para este paciente realizar seu treino alvo sem a presença do personal. Sem contar que é importante saber como o paciente dormiu, se alimentou e como está seu nível de cansaço no momento do treino, para que se possa retirar o máximo do mesmo. Espero que essa breve explicação ajude a frase “prefiro treinar sem personal” ser substituída por “que pena que não posso treinar com personal, pois é muito melhor”.

As 5 principais vantagens de SEMPRE treinar sob orientação:
  1. Menos chance de lesão durante o treino.
  2. Menor taxa de abandono da atividade quando se envolve um profissional.
  3. Periodização de treinos.
  4. Identificação adequada de grupamentos que mereçam atenção especial. Ou seja, treinar o que precisa e não treinar o que gosta.
  5. Identificação precoce de lesões e encaminhamento ao profissional adequado.

Coenzima Q10 - Funciona mesmo?

A Coenzima Q10 (CoQ10) ou Ubiquinona está presente em todas as células do nosso organismo que participam da produção de ATP (energia). É muito importante no papel antioxidante e sua suplementação já tem efeito comprovado na literatura médica reduzindo os efeitos deletérios do estresse oxidativo induzido pela atividade física.Read more


Ácido Hialurônico - É apenas um "lubrificante"?

A utilização do ácido hialurônico (AH) para o tratamento da artrose, ganha mais espaço a cada dia em nossa prática médica.

Considerada hoje a principal opção biológica (não paliativa) no combate à artrose, ainda existem muitas controvérsias em relação ao uso correto do AH.

Muitas pessoas, dentre elas alguns médicos, insistem em caracterizar o AH como um “lubrificador” articular. É um conceito equivocado e que pode gerar bastante confusão e erros na indicação do tratamento.

O AH é um dos principais glicosaminoglicanos no nosso corpo. A função dos glicosaminoglicanos, na cartilagem, é participar na estruturação da matriz e melhorar a resistência tecidual. Outra importante função do AH é reduzir a quantidade de mediadores inflamatórios no tecido cartilaginoso.

Dito isto, fica fácil perceber que o tratamento com AH vai muito além de uma mera “lubrificação” mecânica da articulação. O aumento das concentrações de AH na cartilagem promove uma melhora estrutural em todo o tecido, levando assim a uma melhora importante nos sintomas do paciente submetido ao tratamento.

Como se dá o tratamento?

O modelo mais comumente utilizado consiste em três aplicações, com o intervalo de uma semana entre elas, e uma periodicidade anual.

Quem é candidato à terapia?

Qualquer pessoa com lesões na cartilagem articular é candidato a terapia com AH. Porém, o público alvo ideal contempla os indivíduos com lesões degenerativas leves e moderadas.

Em quanto tempo os sintomas melhoram?

Geralmente os sintomas melhoram bastante de 4 a 6 semanas após o início da terapia.